Grécia – Atenas – Parte final – Omonia e Evangelismos

Caros viajantes, seguidores e amigos, é chegada a hora de escrever meu último post sobre a inesquecível Atenas.

Estive por cinco noites na capital grega (sendo que um dia inteiro estive fora, para visitar Delphi e Arachova), mas poderia muito bem ter ficado mais tempo.

Athenas é uma cidade incrível, segura e de fácil de se locomover (faço ressalva ao transporte entre as cidades e aos trens internacionais, especialmente durante esse período de crise no qual estive por lá).

Por sorte não presenciei nenhuma manifestação mais violenta que atrapalhasse minha visita ou meus planos e pude visitar os lugares que, para mim, eram essenciais, sem pressa ou afobação.

Já escrevi aqui sobre as atrações próximas às estações de metrô Acrópole, Sintagma e Monastiraki. Hoje, todavia, escreverei sobre atrações imperdíveis fora desse centro, ou desse triangulo formado por tais estações.

A primeira é o Museu Arqueológico Nacional. Sem brincadeira, parem para refletir um pouco sobre o que é um Museu Arqueológico Nacional grego! Imaginem a imensa quantidade de obras que se podem ser encontradas lá, representativas dos mais variados períodos históricos. Não à toa passei quatro horas nesse museu. Se você se interessa por arte e história, certamente me compreenderá.

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As obras que vi nesse museu me remeteram às aulas de História da Arte que tive no colégio e aos livros didáticos que faço questão de preservar e consultar até hoje.

A primeira obra que fazia questão absoluta de ver era a máscara mortuária de ouro de Agamêmnon, a qual estampava meu livro de História da Arte do Colégio. Outra obra imperdível para mim era a estátua de Zeus de Artemísio, localizada no primeiro andar do prédio. Como disse, não sei se vocês são tão ligados à arte e à sua história, mas para mim, foi surreal poder ver essas duas incríveis obras.

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Além dessas obras históricas, pode-se ver, no Museu Arqueológico Nacional, a estátua de Posseidon (mármore); de Afrodite, Pan e Eros (mármore); do Imperador Augusto (bronze); estátuas da deusa Athena (mármore); vasos (cerâmica); coroas de louro banhadas a ouro e relíquias egípcias, como estatuas de escribas e sarcófagos de faraós.

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Eu saí de lá sem conseguir compreender ao certo se havia mesmo visto tudo aquilo e sem conseguir absorver o que tinha acabado de ver. É a história da nossa civilização diante de nossos olhos. Antes que me esqueça, a estação de metrô mais próxima para chegar a esse incrível Museu é a Omonia (cuidado ao circular por nessa região!).

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Por fim, (não tão) próximo à estação Evangelismos existe outro ponto de visitação obrigatória: a Colina Lykavíttos. Resolvi visitá-la na minha última noite em Athenas e só me arrependo de uma coisa: de não ter chegado mais cedo para ver o pôr do sol sobre a cidade. Perdi-me um pouco até encontrá-la, mas pude ver a inusitada estátua de Maraton no caminho. Essa colina, a propósito, já apareceu aqui no blog, quando postei fotos tiradas da Acrópole.

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Desde sua base, deve-se subir 181 degraus até o ponto onde se pega o funicular para chegar ao topo. Muitos vão de táxi, mas eu enfrentei as intermináveis escadarias e não sei como sobrevivi a elas. O mais legal é que, nessa subida, encontram-se vários bares legais onde jovens gregos se reúnem para tomar café ou cerveja.

Uma vez dentro do funicular, tudo é uma maravilha. Ao sair dele as pessoas se deparam com uma bar/restaurante, mas calma, passem lá depois! Continuem subindo e chegarão ao topo de Athenas. Lá do alto se vê a cidade inteira, linda e imponente. Se tiverem vertigem, olhem para trás e verão uma Igreja ortodoxa bem característica.

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A vista do alto dessa colina é inesquecível e o preço da cerveja no bar que se situa logo abaixo é razoável. Portanto, desfrutem da vista o quanto puderem e depois vão ao bar/restaurante (com wi-fi gratuito). A descida ocorre também a cada meia hora e já está inclusa.

De lá, fui até o albergue para tomar um banho e sair de novo para comer e arrumar as malas. No final das contas, acabei por ficar uma noite a mais em Athenas e valeu a pena. No dia seguinte, já com a passagem de ônibus em mãos, rumei ao meu próximo destino. Não fui de trem porque na Grécia, em virtude da crise, os trens internacionais estão inoperantes por um período indeterminado e também porque o próximo país da minha lista não tem linhas de trens internacionais.

Qual será esse país?

Fica para o próximo post!

Muito obrigado a todos que me acompanham e até breve!

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